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Vacinação Odontologia: Confira depoimento de Juliana Cabral, Cirurgiã-Dentista, CRO-PE 12734 - UBS Maniçoba, município de Capoeiras

Data publicação: 22/01/2021

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Cirurgiões-Dentistas e outros Profissionais da Odontologia que trabalham em espaços voltados a tratamento de pacientes diagnosticados com a COVID-19, receberam a primeira dose vacinal contra a doença.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Pernambuco, na quarta-feira teve início a vacinação dos profissionais e trabalhadores de saúde em todo o Estado.

O Programa Nacional de Imunização - PNI e Plano de Operacionalização para Vacinação contra a COVID-19 no Estado de Pernambuco, tem como meta vacinar todos os profissionais de saúde, ainda na primeira etapa, conforme divulgado anteriormente.

Neste momento, principalmente em razão da escassez de doses disponibilizadas pelo Governo Federal é imprescindível o estabelecimento de ordem de priorização daqueles profissionais que atuam em ambiente hospitalar, na assistência direta, enfermarias e unidades de terapia intensiva, tudo de acordo com o planejamento estabelecido pelo Governo do Estado de Pernambuco.

Para o Presidente do Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco, Eduardo Vasconcelos, a medida é necessária, mas é preciso entender que todos os profissionais da Odontologia precisam ser imunizados ainda na primeira fase da vacinação: "Estamos em contato permanente com a Secretaria de Saúde do Estado e demais autoridades sanitárias para no prazo brevíssimo replicar as datas dos calendários específicos, de forma mais detalhada, nos nossos canais oficiais".


Confira o depoimento de Juliana Cabral, Cirurgiã-Dentista, CRO-PE 12734 - UBS Maniçoba, município de Capoeiras:


"A vacina trouxe alívio a uma preocupação que me atormenta todos os dias: contaminar minha família. Sabemos que, apesar de tomar todas as medidas de segurança, ainda existem chances de nos contaminarmos. Mas, com a vacina, essa chance de contaminação diminui e, consequentemente, de contaminar os que estão nas nossas casas. A proximidade com o paciente durante o atendimento e na própria UBS é real e, em cidades e em comunidades mais afastadas dos grandes centros, o único lugar onde a população pode procurar ajuda, de forma mais direta, é no Postinho de Saúde. Nas entranhas do Agreste do Estado não temos UPAs, o postinho é quem recebe a grande maioria das urgências. Infelizmente ainda não temos vacinas para todos, mas o alívio é saber que essas poucas doses recebidas vão impedir que baixas nas equipes de saúde comprometam a atenção que os pacientes necessitam longe do suporte dos grandes centros, tornando a cadeia de saúde mais sólida, com profissionais que vão poder estar se doando cada vez mais em prol da saúde da população."



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